Lívia Seber – Arte-educadora

Arte, educação e o desafio de ser arte-educadora

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Dica para material escolar!

Posted by Lívia on 7th fevereiro and posted in crianças, escola

A dica de hoje vai para o blog de(cour)ação que está falando sobre personalização do material escolar.

Material escolar personalizado!

Personalizar e decorar de forma diferente ajuda os pequenos a identificar o próprio material, evitando confusões. Para completar, o ideal é também colocar o nome da criança em cada objeto, para que fique claro quem é o dono em caso de perda do material.

Deixar o material com cara de “exclusivo” pode até dar um empurrãozinho a mais na hora de fazer a lição, afinal, quem não gosta de uma caneta bonita?

Quer descobrir como decorar e personalizar seu material escolar? Então vai lá e prepare-se para a volta às aulas!!

Compra de material escolar

Posted by Lívia on 14th janeiro and posted in Para descontrair, crianças

Vocês já fizeram a compra de material escolar desse ano?

Hoje trouxe uma tirinha pra descontrair e refletir: como educar os pequenos para economizar na compra do material escolar?

http://bichinhosdejardim.com/dicas-para-se-reinventar-4/

(a tirinha foi retirada do ótimo site “Bichinhos de Jardim”)

“Como aprendi e como ensino?”

Posted by Lívia on 21st outubro and posted in escola

Hoje a dia é o vídeo abaixo, feito a partir do texto homônimo do professor João Luís de Almeida Machado, responsável pelos sites Escolhendo a Pílula Vermelha, Cinema de Primeira e editor do Planeta Educação.

Dia dos Professores

Posted by Lívia on 15th outubro and posted in Artigo, escola

Em comemoração ao nosso dia, deixo para vocês um texto do blog Boteco Escola, escrito pelo professor Mike Rose, da UCLA.

Feliz dia dos professores!!

Aos jovens professores

Mike Rose

Quero começar celebrando a vocação de vocês para se integrarem a uma das mais importantes profissões de nossa sociedade. O que é mais importante que exercer um papel central no desenvolvimento das vidas de crianças e jovens? Tratem essa vocação com carinho porque ela vai enfrentar testes difíceis.

Vocês estão entrando na profissão num tempo perturbador. Apesar de todos os discursos políticos a respeito da importância da educação, muitas cidades e estados estão procurando equilibrar seus orçamentos por meio de cortes nos investimentos para a educação. Os professores são universalmente elogiados como solução para os problemas educacionais e, simultaneamente, condenados como causa fundamental de tudo de ruim que acontece nas escolas.

O que está por trás dessa loucura bipolar é uma batalha ideológica para definir o ofício de ensinar. Há um entendimento de que palpites de não economistas são irrelevantes no mundo econômico. Por outro lado, há um entendimento de que qualquer um pode dizer com propriedade o que é ensinar.

Assim como acontece em muitas esferas da vida moderna, há uma forte tendência para definir o ensino em termos técnicos e gerenciais. A política educacional vem cada vez mais sendo ditada por economistas que têm pouco conhecimento da vida em sala de aula.  Os currículos vêm sendo “roteirizados”, impondo aos professores o que e quando ensinar. A aprendizagem dos alunos está reduzida a uns poucos desempenhos em testes padronizados.  O professor se torna um mecanismo de entrega de conhecimento cuja efetividade será determinada fundamentalmente pelas notas obtidas nos citados testes.

Tanto o ministério quanto a secretaria municipal de educação nada dizem sobre como engajar as mentes das crianças e adolescentes ou sobre o ensino como uma jornada intelectual. Vocês nada escutam sobre os valores que os atraíam para a carreira docente. Vamos, pois, falar agora sobre essas coisas, pois elas são o coração e a mente do trabalho que vocês irão fazer.

Ensinar é uma tarefa profundamente intelectual, e isso se aplica a pré-escola tanto quanto a cursos de pós-doutorado em física. Muitas pessoas tem admiração pelo trabalho cerebral exigido por estudos no campo da física, mas se esquecem do empenho intelectual necessário para ensinar qualquer assunto para qualquer faixa etária. A boa professora primária sabe muito sobre desenvolvimento infantil e como engajar as crianças em aventuras de saber em qualquer disciplina. Numa classe cheia de crianças ela sabe quem precisa de ajuda, como responder a uma pergunta mal feita, e escolhe bons exemplos ou comparações para guiar os alunos na direção de um pensamento mais claro.

Vocês talvez não se vejam como intelectuais. Jovens professoras algumas vezes dizem que escolheram o ensino porque “gostam de crianças”. Mas, lembrem-se, esse é um tipo especial de cuidado, uma relação focada no desenvolvimento cognitivo, emocional e social. Assim, mais que dar afeto, vocês vão usar suas mentes a serviço dos outros.

Ensinar é, portanto, um tipo especial de relacionamento. Vocês deverão aprender a respeito das crianças em frente de vocês, de onde elas vieram, o que importa para elas. Isso vai exigir um esforço especial se vocês – como muitos professores – não pertencerem à comunidade na qual ensinam. Ouçam seus alunos. Tentem entender como eles vêem o mundo. Vocês ficarão, simultaneamente, perturbados e inspirados pelo que ouvirão. Com isso, vocês ficarão mais sábios.

Não esperem reciprocidade. As crianças nem sempre reagirão do modo esperado. Irão até ignorá-los. Mostrem a elas que vocês são sérios e que estarão disponíveis mesmo quando elas não estiverem. Isso ficará registrado. As crianças são muito atentas para a infidelidade e para a consistência. Um professor veterano que conheço costuma dizer aos novatos: “Não pensem que uma criança, incapaz de ler, não consegue ler vocês”.

Estejam prontos para fracassar. Uma aula que vocês preparam com carinho irá por água abaixo, ou um entendimento de certo problema de uma criança não se sustentará. Isso vai acontecer com vocês nos dois primeiros anos de docência e, acreditem, aconteceu com todos nós. A educação, escreveu W.E.B. DuBois, é “ objeto de infinitos experimentos e freqüentes enganos”.

Para muitos de vocês, essa será a primeira vez que falham em sala de aula. Será penoso e desorientador. Por isso é essencial que vocês saibam como lidar com o fracasso, pois em tais momentos vocês ficarão vulneráveis diante de suas próprias inseguranças e diante daqueles que são cínicos quanto às crianças, alguns deles frequentadores da sala dos professores.

É imperativo, portanto, que no minuto em que atravessarem a porta da escola vocês comecem a perceber quem são os bons professores. Convidem-nos para um café. Procurem conhecê-los, pois quando fracassarem vocês precisarão de ajuda para entender as coisas, para transformar as falhas em conhecimento em vez de amargura. Aprender a ensinar é uma longa jornada, cheia de decisões e de auto-avaliação. Vocês não vão querer fazer essa jornada sozinhos.

Vocês certamente devem ter notado que eu não lhes dei nenhum conselho sobre o que fazer na segunda feira de manhã. Isso nos remete de novo ao significado do que é ensinar. Conhecer todos os truques de como manejar uma sala de aula é tremendamente importante e vocês, caso sua formação tenha sido boa, deverão ter certos planos na cabeça. Além disso, vocês logo serão assaltados por propagandas de produtos que prometem fazer suas classes funcionarem maravilhosamente.

Estou mais interessado nas suas maneiras de pensar sobre o que fazer na segunda de manhã. Todos os  bons professores que conheço, não importando nível de ensino, disciplina, ou estilo, tem o equivalente ao que os músicos chamam de “orelha grande”; eles são curiosos, abertos, sempre buscando qualquer coisa que possam usar a serviço de seus objetivos mais abrangentes. Eles tem grande conhecimento sobre materiais e técnicas, e estão com os dedos sobre o pulso de seus alunos, imaginando se e como alguma coisa vai funcionar em suas aulas.  É isso que significa pensar como professor, e esse pensar define o trabalho que vocês estão a ponto de começar .

Dia das crianças!

Posted by Lívia on 5th outubro and posted in crianças, escola

Está chegando o dia das crianças e para celebrar a data nada melhor que relembrar antigos brinquedos e brincadeiras!

O site Educar para Crescer traz uma seleção de ideias para esse dia, confira: http://educarparacrescer.abril.com.br/criancas/

Para motivá-los, duas fotos dos brinquedos confeccionados em minhas aulas:

Brinquedo vai-e-vem confeccionado pelos meus alunos do 4º ano.

Brinquedo vai-e-vem confeccionado pelos meus alunos do 4º ano.

Brinquedo vai-e-vem confeccionado pelos meus alunos do 4º ano.

Brinquedo vai-e-vem confeccionado pelos meus alunos do 4º ano.

Divirtam-se!!

02 de Outubro – Dia da Educação pela ARTE na América Latina

Posted by Lívia on 3rd outubro and posted in Uncategorized

É o Dia da Educação pela ARTE na América Latina.
Deixo para vocês a mensagem de Ana Mae Barbosa publicada no site ARTEDUCAÇÃO ONLINE.

PARABÉNS A TODOS QUE TÊM LUTADO POR UM LUGAR PARA A ARTE NA EDUCAÇÃO.

Já é um bom começo até chegarmos à realização da utopia de Herbert Read, que as ONGs bem sucedidas estão transformando em premissa demonstrável: EDUCAÇÃO ATRAVÉS DA ARTE.

Ana Mae Barbosa.

E que todos continuem buscando meios de educar na arte!

Sobre este mundo

Posted by Lívia on 1st outubro and posted in escola

Crianças observam obra intitulada Sobre este mundo, da brasileira Cinthia Marcelle, exposta na 29ª Bienal Internacional de Arte de São Paulo. São Paulo, 27 de setembro de 2010. Foto: Paulo Vitale.

Crianças observam obra intitulada "Sobre este mundo", da brasileira Cinthia Marcelle, exposta na 29ª Bienal Internacional de Arte de São Paulo. São Paulo, 27 de setembro de 2010. Foto: Paulo Vitale.

Quando estive visitando a 29ª Bienal, esta obra chamou demais minha atenção. Lá estava um dos meus objetos de trabalho, um símbolo da vida docente, onipresente nas escolas (especialmente as públicas) do Brasil.

A lousa e o giz. Essa dupla, tão usada há anos e hoje tão criticada, faz parte do meu cotidiano e não pude deixar de me identificar. A lousa da obra estava cheia de marcas, textos escritos, fórmulas, palavras mal apagadas, rastros de um professor. É certo que um mestre deixa sempre algo para trás.

Como aluna, lembrei do que presenciei em sala de aula. Muito do conteúdo que vemos, que nos ensinam, é esquecido com o tempo. A lembrança de algumas matérias se torna tão borrada quanto uma lousa mal apagada.

É lógico que hoje a tecnologia media a relação professor-aluno. Desde o quadro branco até a lousa digital, inúmeras telas, conteúdo digitalizado e internet estão presentes no contexto escolar. Mas enquanto a relação entre professor-aluno for totalmente vertical e a escola for conteúdista, a informação não será convertida em conhecimento e pouco tocaremos a vida dos alunos. A escola não pode ficar restrita a um borrão na memória. Ou só sobrará o pó.

Por fim, gostaria de propor um diálogo: A lousa reflete um ritmo anterior, mais lento, da leitura em papel, da leitura de um livro de cada vez. A tela digital reflete um ritmo atual, de multitarefas, várias coisas acontecendo, e uma informação mais efêmera e superficial. Pensando nisso, a tela digital na escola será capaz de se tornar um apoio sólido ao aprendizado?

Visita educativa: 29ª Bienal de São Paulo

Posted by Lívia on 26th setembro and posted in Exposições e eventos

Na última sexta-feira, dia 24, estive em São Paulo para conferir a 29ª edição da Bienal de São Paulo. Fui em uma visita guiada para professores, organizada pela empresa Diverte Cultural.

Essa edição da Bienal tem como título o verso do poeta Jorge de Lima “Há sempre um copo de mar para um homem navegar”. De acordo com a Fundação Bienal, a intenção é “afirmar que a dimensão utópica da arte está contida nela mesma, e não no que está fora ou além dela. [...] Vai pôr seus visitantes em contato com a política da arte”.

A visita guiada é feita em um grupo de 20 pessoas. Eu tive a companhia das professoras e coordenadora da Escola Comunitária de Campinas. No percurso de 2 horas, fomos conduzidas por 3 monitoras. Como é pouco tempo para visitar a exposição toda e debater sobre as obras, fomos dirigidas a um setor da Bienal, correspondente ao terreiro chamado Lembrança e esquecimento – Elaborado por Ernesto Neto, é um espaço de reflexão e descanso. Veja a foto aqui.

Em alguns momentos, a Bienal me pareceu despreparada. Havia cartazes sendo colados durante a visita. Para receber o certificado enfrentei uma longa fila, o que poderia ter sido evitado com uma equipe maior trabalhando no preenchimento dos nomes. Além disso, a carga horária foi escrita a mão no certificado, o que pode invalidá-lo em algumas instituições. Por veze,s uma das monitoras estava com poucas informações sobre as obras e artistas. Apenas um das monitoras estava melhor preparada. No entanto, o debate com as professoras foi muito rico.

A Bienal propõe uma discussão interessante, no espectro político e conceitual. Além disso, há obras que chamam a atenção também pela sua qualidade estética.

Me encantei com o trabalho da iraniana Monir Farmanfarmaian. Foto: Acervo pessoal.

Há um resgate de instalações e performances mais antigas, como a excelente instalação da italiana Anna Maria Maiolino, Arroz e feijão.

Arroz e feijão, Anna Maria Maiolino - Fonte: www.29bienal.org.br

A Bienal não é só polêmica. Há obras a serem admiradas e criticadas. Vale a reflexão sobre a pixação, os urubus, a política e o universo da arte. Por fim, acho que vale a visita, especialmente por se tratar de uma exposição de grande porte, que movimenta o cenário cultural do país.

Para quem se interessou em visitar, a exposição fica no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no parque do Ibirapuera (entrada pelo portão 3) e vai de 25 de setembro ao dia 10 de dezembro de 2010. A entrada é franca.
Outras informações em:
http://www.fbsp.org.br/29_bienal-pt.html
http://www.29bienal.org.br/

Obras de arte e Vídeo-clips

Posted by Lívia on 4th agosto and posted in Para descontrair

Para descontrair, hoje trouxe o vídeo com a música 70 Million, da banda Hold Your Horses:

Desafio: quais as obras que você reconhece aqui?

Exposição no Instituto Tomie Ohtake

Posted by Lívia on 29th junho and posted in Uncategorized

O Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, oferece um bom curso de gravura voltado para professores. É o projeto “Ateliê de gravura“. Esta semestre eu participei do curso e posso dizer que foi uma ótima experiência.

Para apresentar os resultados, haverá uma exposição, a partir do dia 3 de julho, no próprio instituto. A entrada é franca.

Exposição da Ação Educativa

Exposição da Ação Educativa

O Instituto Tomie Ohtake fica na Av. Faria Lima, 201, em Pinheiros, São Paulo-SP.

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